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Renascença vence prémio de Ciberjornalismo na categoria “Narrativa Vídeo Digital”

Foto: Joana Bourgard/RR

Prémio do júri foi atribuído à reportagem “Diário de uma médica no pico da pandemia no hospital de Gaia”, da jornalista Inês Rocha. Renascença venceu ainda na votação do público na categoria “Última Hora”, em ex-aequo com o Jornal Público.

Das quatro categorias em que estava nomeada para esta edição dos prémios atribuídos pelo Observatório do Ciberjornalismo, a Renascença venceu ainda na votação do público, na categoria “Última Hora”, em ex-aequo com o Jornal Público, pela cobertura da invasão do Capitólio, nos Estados Unidos.

Renascença venceu esta quarta-feira o prémio Obciber de Ciberjornalismo na categoria “Narrativa Vídeo Digital”. O prémio do júri foi atribuído à reportagem “Diário de uma médica no pico da pandemia no hospital de Gaia”, da jornalista Inês Rocha.

Além destas categorias, a Renascença estava nomeada ainda na categoria “Narrativa Áudio Digital” e “Excelência Geral em Ciberjornalismo”.

Este ano, estiveram a concurso 143 trabalhos, distribuídos por sete categorias. A votação do público contou com mais de 6 mil votos, um recorde nestes prémios.

O prémio de “Excelência Geral em Ciberjornalismo”, que não estava sujeito a candidaturas e cujos nomeados eram uma escolha do júri, foi atribuído ao Jornal Público.

Na categoria “Última Hora”, o júri premiou também o jornal Público, com a cobertura das eleições nos EUA. Na categoria “Reportagem Multimédia”, o vencedor foi o jornal Divergente, com a investigação “Por ti, Portugal, eu juro!”.

O prémio de “Narrativa Sonora Digital” foi para a Mensagem de Lisboa, com o podcast “Ouvir Lisboa na pandemia, a cidade de silêncios”. Em “Infografia Digital”, foi distinguido o trabalho “Raio-x a três surtos de covid-19: o lar onde metade dos utentes ficaram infectados”, do jornal Público. Na categoria “Ciberjornalismo de Proximidade”, venceu também a Mensagem de Lisboa, com “Heróis da cidade. Orientavam os putos do bairro, agora salvam famílias da fome”.

O ComUM, da Universidade do Minho, venceu na categoria de Ciberjornalismo Académico, com o trabalho “Nas profundezas do íntimo. A pornografia à sombra do desejo”.

Pode ver aqui a lista completa dos vencedores.

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